O potencial científico e a arquitetura arrojada dão ao Aquário do Pantanal o título de maior centro de difusão do conhecimento sobre a biodiversidade pantaneira e rios do Brasil. Localizado no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande/MS, o empreendimento, que está prestes a ser finalizado, servirá de laboratório para estudantes, cientistas e investigadores. O maior aquário de água doce do mundo foi automatizado pela Tecfasa Brasil, com produtos WEG. A empresa é responsável pela execução dos quadros e integração com automação, que inclui o controlo de tratamento de 6,4 milhões de litros de água, distribuídos em 33 tanques, circulando numa hora, e comandando temperatura, iluminação, acionamento de bombas e equipamentos. O sistema visa garantir as condições de sobrevivência das 263 espécies de um total de sete mil animais, entre peixes, lontras, jacarés e cobras. Os painéis foram montados e entregues em 2015 e contam com 35 Painéis Elétricos TTW, 110 Conversores de Frequência CFW500, além de outros produtos da linha de Controls da WEG.
Cada um dos 33 tanques do aquário tem uma temática diferente, ou seja, um tipo de povoamento e cenário. A ideia é proporcionar uma verdadeira viagem, em que o visitante evolui passo a passo do passeio até chegar à planície alagada do Pantanal. A visita começa pelo planalto (veredas), passando pelas cascatas e rios do Pantanal e região de Bonito, onde as águas são filtradas por um Sistema de Suporte Vida (SSV). O auge da visita é a passagem por um túnel todo em acrílico, envolvido com 1,5 milhões de litros de água e um cenário denominado como Neotrópico. Na entrada, a imponente estrutura em aço e vidro, que desperta a atenção do público, é um ponto estratégico para a realização de importantes pesquisas ambientais. Neste local está o primeiro aquário, com cerca de dez metros de largura por seis de altura, uma amostra do que espera os visitantes. O edifício conta com uma área construída de 18 mil metros quadrados, que abrange aquários, laboratório, biblioteca e sete tanques, localizados no jardim central, onde ficam jacarés, lontras e plantas típicas da flora pantaneira. Além dos tanques, no interior da estrutura.
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