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Portugal na InnoTrans na Alemanha

A presença na InnoTrans também vai servir para impulsionar as exportações: “Pretendemos mostrar as nossas competências, permitindo a entrada das nossas empresas nas cadeias de fornecedores internacionais relevantes, alavancando as suas exportações e a divulgação que em Portugal se faz bem”.

Portugal tem uma representação massiva na maior feira da indústria ferroviária mundial, a InnoTrans, que se realiza na Alemanha até sexta-feira, dia 23 de setembro. O cluster português de 15 empresas vai tentar captar a “Autoeuropa ferroviária” e conta com a ajuda do ministro Pedro Nuno Santos.

Entre 2834 empresas participantes de 56 países, Portugal vai tentar captar interessados porque “tem condições únicas para a atração e localização da indústria ferroviária“, referiu ao ECO o Diretor Executivo da Plataforma Ferroviária Portuguesa (PRP), que já conta com um total de 101 associados. “Somos um país seguro, tecnológico, temos recursos humanos e engenharia altamente qualificada, que sabe bem receber e contamos com uma localização geoestratégica preferencial”, assinala Paulo Duarte. A presença na InnoTrans também vai servir para impulsionar as exportações: “Pretendemos mostrar as nossas competências, permitindo a entrada das nossas empresas nas cadeias de fornecedores internacionais relevantes, alavancando as suas exportações e a divulgação que em Portugal se faz bem”.

As empresas portuguesas em Berlim cobrem vários aspetos dos comboios e dos sistemas ferroviários: para o interior dos veículos serão mostradas as soluções da Amorim Cork, Couro Azul, Lantal e MCG. Na área tecnológica e da engenharia, destaque para as presenças da Efacec e da Mota-Engil. A CP também vai estar presente neste acontecimento. E já a preparar a edição de 2024 da InnoTrans, a delegação nacional remata: “O desafio que aqui viemos colocar na Alemanha é da criação de uma Autoeuropa ferroviária em Portugal, porque temos todas as condições a oferecer”.

A acompanhar a maior presença de sempre de Portugal na InnoTrans vai estar o ministro das Infraestruturas e da Habitação. “O que esperamos do ministro é a mesma força e dinâmica com que acreditou em nós desde a primeira hora, com os desafios lançados e a concretização de todos os planos e investimentos em curso na ferrovia nacional, quer ao nível das infraestruturas, quer do material circulante. Ao contrário do que já sucedeu no passado, a sua concretização terá de ser irreversível”, destaca Paulo Duarte.

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