Autora: Diana Lima
Não há dúvida de que, em qualquer negócio, se pretende obter a melhor performance com o menor custo. Na gestão de ativos, utiliza-se a manutenção como forma de recuperar o desempenho original de um equipamento, evitando as paragens e os custos avultados consequentes de uma avaria. A manutenção de edifícios e infraestruturas não é uma exceção, podendo o tempo de vida útil dos edifícios ser otimizado utilizando ferramentas de manutenção preventiva e preditiva, cada vez mais, em detrimento da manutenção corretiva – antecipar avarias, reduzir despesas.
A tecnologia utilizada em ambiente industrial tem também o seu lugar neste ramo, como é o caso da termografia para detetar infiltrações de água que ainda não deram sinal de ocorrência, falhas de isolamento que prejudicam o conforto térmico e fissuras; a análise de vibrações para assegurar a estabilidade de um edifício ou até uma simples, mas efetiva, inspeção visual.
Ao utilizar estas ferramentas, passamos do ponto de vista corretivo para o ponto de vista proativo, estando não só a tomar medidas do ponto de vista económico – evitando grandes reparações e danificação de propriedade – como também a aumentar a segurança do edifício e, assim, prevenir a ocorrência de acidentes.
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