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A manutenção sendo implantada em uma pequena empresa do ramo de fabricação de dutos para ar-condicionado

As dificuldades encontradas no universo das empresas de pequeno porte e micro empresas são inúmeras…

As dificuldades encontradas no universo das empresas de pequeno porte e micro empresas são inúmeras, indo desde a falta de recursos até à falta de uma política governamental apropriada, passando por problemas estruturais quase sempre gerados pela falta de uma estrutura funcional capaz de criar métodos eficientes de gestão do negócio. Nesse contexto encontra‑se a empresa estudada que é uma organização de pequeno porte e produtora de dutos industriais, situada na cidade de Nova Iguaçu, no estado do Rio de Janeiro (Brasil). A empresa apresenta problemas relacionados com a ausência de uma Gestão de Manutenção. Esta visão equivocada por parte da direção da empresa que não atribuiu à Gestão da Manutenção um caráter estratégico para o sucesso do empreendimento, na medida em que contribui de forma efetiva para o aumento da produtividade, mantendo a maquinaria do parque fabril mais disponível e fiável.

Descrição da situação – problema

A ausência de um Sistema de Gestão de Manutenção provocou, durante muitos anos, a deterioração dos equipamentos que compõem o parque fabril, pois a única manutenção na empresa era de caráter corretivo, não existindo nenhum tipo de controlo sobre este processo. As manutenções ocorrem na medida em que as máquinas quebram. Não há nenhum tipo de planeamento na área da manutenção. O conceito de manutenção preventiva não é adotado em nenhum dos equipamentos da empresa. A empresa possui no seu quadro de funcionários, apenas um colaborador que desempenha funções ligadas à manutenção apesar de não ter uma formação técnica específica na área, possuindo apenas experiência nas funções de manutenção corretiva de equipamentos de pequeno porte (furadeiras, lixadeiras, entre outros). Quando ocorre alguma situação que este profissional não consegue solucionar, o caso é encaminhado para a
assistência técnica. Este encaminhamento gera grandes problemas uma vez que a disponibilidade de um técnico para ir à fábrica nem sempre é imediata. Outro fator problemático é o custo destas visitas porque a empresa paga a vinda do técnico (deslocamento, hotel, refeições), além de ter de pagar altos valores referentes à hora de trabalho do técnico.

André Lima Germano, Alessandro Magno Silva dos Santos e Gustavo da Silveira Pinheiro, Engenheiros de Produção
CEFET/RJ – Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro

Fernando Oliveira de Araujo (UFF), Doutor em Engenharia de Produção UFF – Universidade Federal Fluminense

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